Experiências de trabalho em rede mostram que para potencializar o trabalho teatral é necessário atuar em conjunto

Por Cristiane Gomes

Entrevista com Guilhermo Rodoni publicada originalmente na Revista Semear Asas – instituto Pombas Urbanas – dezembro 2008

O teatro não tem fronteiras. Diferenças culturais, territoriais, de metodologias podem existir, mas a ação coletiva que gera transformações é marca registrada do fazer teatral sempre, em qualquer lugar do mundo. E o teatro é feito por seres sociais que sozinhos, não chegam à nenhum lugar. Por isso, redes e articulações são fundamentais. O encontro, o intercâmbio entre pessoas e grupos que desenvolvem um mesmo trabalho marcado por idéias comuns se faz necessário para o fortalecimento de ações conjuntas. Experiências práticas em curso no Brasil, na América Latina e em todo o mundo comprovam a sabedoria do dito popular de que a união faz a força.

O trabalho em rede foi um dos temas discutidos nos seminários realizados durante o I Encontro Comunitário de Teatro Jovem. A articulação em redes é imprescindível quem pensa o teatro como instrumento de trabalho comunitário e o popular. Colômbia, Brasil, Argentina e Cuba compartilharam suas experiências de trabalho em redes durante o seminário.

Um deles é Guillermo Rodoni, de Associação Nacional de Teatro de Arte (AITA), uma organização internacional que pretende promover a educação e a articulação através do teatro. A AITA está organizada em oito regiões diferentes do mundo, na América do Sul, é a SARA.

Para saber mais, leia entrevista com o argentino Guillermo Rodoni, dramaturgo e presidente da AITA.

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